O que é a dor?
A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, mas também é essencial à sobrevivência do organismo porque funciona como um sinal de alarme de inúmeras doenças, previne que as lesões sejam mais graves e torna-nos mais prudentes em situações que podem provocar dor, protegendo-nos desse risco.
A dor pode existir porque há uma lesão que a provoca, pode fazer parte dos sintomas duma determinada doença ou, como nalguns casos de dor crónica, existe mesmo sem estar diagnosticada uma doença.
A dor aguda é um exemplo típico em que a dor surge como um sintoma associado a uma doença e que desaparece com a cura da doença que lhe deu origem. Como por exemplo: a dor da amigdalite aguda, da otite média aguda, da apendicite, entre outras. Dor crónica
A dor crónica, pelo contrário, prolonga-se no tempo e permanece mesmo após a cicatrização ou cura da lesão. Nalgumas situações é possível não se encontrar uma lesão que a justifique, tornando-se, por si só, uma doença.
Dor aguda
A dor aguda é um exemplo típico em que a dor surge como um sintoma associado a uma doença e que desaparece com a cura da doença que lhe deu origem. Como por exemplo: a dor da amigdalite aguda, da otite média aguda, da apendicite, entre outras. Dor crónica
A dor crónica, pelo contrário, prolonga-se no tempo e permanece mesmo após a cicatrização ou cura da lesão. Nalgumas situações é possível não se encontrar uma lesão que a justifique, tornando-se, por si só, uma doença.A dor é um sintoma que acompanha, de forma transversal, a generalidade das doenças. É um dos principais motivos de consulta nos cuidados de saúde primários, e é a principal razão que leva a população ao serviço de urgência.
A dor crónica provoca sofrimento e diminui a qualidade de vida dos doentes, tendo igualmente um grande impacto não só nos seus familiares como na sociedade em geral.
É importante compreender que duas pessoas não sentem a dor da mesma forma. Isto acontece porque as experiências que temos ao longo da vida condicionam a forma como sentimos e exprimimos a nossa dor.
Por isso, a intensidade da dor só pode ser avaliada pelo próprio doente. É importante que o faça para caracterização da dor mas também para auxiliar o profissional de saúde acerca da evolução e resultados dos tratamentos instituídos.
A avaliação da dor faz-se com recurso a escalas específicas, e adaptadas às diferentes idades e situações clínicas.
